A poesia delira ao diapasão e, logo, intenta aos acordes da lira. Poesia que tanto descreve saliva de beijo, bem como a imagem do pensador com o queixo poisado nos dedos. Poesia pode andar no eixo para não ouvir queixa, mas pode andar fora e criar desavenças. Há poesia das crenças, poesia do lixo, poesia pretensa, poesia das gentes, poesia dos bichos. Ela é o amálgama do mundo, verte por tudo. É ofício dos nobres, sedução dos espertos, marofa dos pobres e sina dos vagabundos. Também vive escondida na língua dos analfabetos. Poesia é isso tudo e mais outro tanto, no entanto, poesia não é absurdo. Absurdo é querer-se mudo; absurdo é querer-se surdo; absurdo é querer-se cego. (Tudo e mais outro tanto - sacharuk)

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segunda-feira, 27 de julho de 2020

Cárcere Curitiba 9

Cárcere Curitiba 9

Calamar Cachaceiro condiz com conhecida criatura cuja competência consegue confundir companheiros cumunistas cujas cabeças cheias com cocô colocam criaturas contra criaturas conduzindo cizânia. Cada companheiro comunga com corrupção conduzida com chefe Calamar, compram camisetas com cara criatura carniceira chamada Che, consideram Cuba como continente cujo cumunismo colabora com cidadania... Companheiros concordam com cada coisa cabeluda conduzida com consciência cega, com cara constituída como cedro. Cumunistas conferem com criaturas cujos cérebros confundem com cus. 

Conforme célebre comandante crime corrupção continental chegou cadeia curitibana, conduzido com carcereiros cobertos com coletes contra cravejamento, cara companheira Cusângela comandava carreata colando cartazes contra confinamento. Centenas companheiros cumunistas cooperavam com Cusângela caminhando centro cidade Curitiba clamando contra condução coercitiva, contra condenação chefe Calamar, contra colocação caneleira circuitada, contra causídicos cujas condenações colocaram Calamar Cachaceiro confinado cadeia. 

Calamar chamou:

- carcerero, carcerero, compareça cá. Calamar carece conversar!

- calminha, Calamar. Certamente convém carcereiro conversar com Calamar Cachaceiro, conforme Calamar contribuir com cédulas. 

- certo, carcerero, conta cédulas. Calamar, com coração caridoso cultiva costume colaborar com cidadãos carentes, colabora com caros carcereros colocando centenas cédulas cofrinho. Carcerero conseguirá colocar crianças colégio competente, comprará carro com centenas cavalos, comprará calças couro com chapéu conforme cantores caganejo... contudo, colaboração consiste com carcerero cooperar com casamento Calamar Cachaceiro.

-claro, Calamar. Como carcereiro consegue contribuir?

- carcerero chama Cusângela comparecer cadeia curitibana. Calamar carece casar com Cusângela, contudo, carece confirmar casamento. 

Carcerero contribuirá comprando carne, como condição chamuscar churrasco, comprará champanha, cerveja, canapés, comprará colchão com cobertores.  Calamar com cacete caído, contudo carece consolidar casamento comendo Cusângela. Carece carcerero comprar comprimidos com cor celeste! 

sacharuk

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